Compare os dois exemplos de campanha abaixo, de públicos e produtos completamente diferentes, mas foque no enfoque. A primeira uma campanha de guerrilha utilizando mídia tradicional (Jornal), o melhor exemplo do que estamos valorizando hoje em termos de comunicação: aproximação com o público, empatia, interatividade e gerando decisão baseado em realidade, palpável. A idéia, conteúdo, por trás da ferramenta é que conta.
Via Espalhe
“(…) junte 10 selos e ganhe uma camiseta do Meia Hora. Tudo dentro do conceito de não dar apenas um brinde, mas de criar algo que faça as pessoas entenderem e falarem do jornal e do seu posicionamento.”

A segunda um exemplo da publicidade tradicional, um bom entretenimento que não convence ninguém. Mais um exemplo de publicidade ultrapassada, que usa a fantasia para falar de realidade. Como em um bom arrasa quarteirão, não faz pensar, não gera identificação. Querem provar que uma companhia de seguros segura, utilizando algo difícil de engolir. (Via ComGurus)
E você, se identifica com qual abordagem?














Para pensar
Tirei esse slide da Palestra da @deniseeler, autora do blog Design, o verbo
Nunca havia pensado em abordar o tema inovação dessa forma: os tipos de inovadores. Modelos de personalidade que geram inovação.
Essa pergunta me fez pensar, e pensar. Eu vivo falando coisas desse tipo em cursos e palestras, escrevendo no blog. Mas não ando dando atenção devida ao fazer ser, aqui na agência. A apresentação gerou um novo entusiasmo.
Confira aqui no slideshare