Coisas bacanas da semana

Dicas de coisas bacanas que fiquei sabendo essa semana. Primeiro esse agregador de notícias, o Newsmap

Você escolhe o país e pá! Ele vai juntando notícias em tempo real (aparentemente) de tudo que é lugar. O que me chamou atenção foi o Visual. Bacana para colocar como uma das 500 abas de entrada do seu Firefox.

A proposta desse hotel também é inovadora: um “Hotel de Cores” chamado The Pantone Hotel Experience. Como toda boa proposta de marca, o objetivo aqui é proporcionar uma vivência única ao seu público. Cada quarto uma experiência colorida, causando surpresa e mexendo com os sentidos. O design do Hotel é de Michel Penneman e Oliver Hannaert

E por último, uma da área de ciências biológicas: criaram uma célula sintética em laboratório. O nome da bichinha é Mycoplasma mycoides. Que venham os replicantes.

O artigo mais “sintético”, com o perdão do trocadilho, está nesse link e abaixo você confere o infográfico da obra – que não deixa também de ser um belo trabalho de Design, biologicamente falando.

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Lost, mitologia e as opiniões próprias

Ok, esqueçam o que eu escrevi e leiam a análise feita pelo Rafael Savastano no blog Dude, We Are Lost.

Lost acabou, a copa vai começar, as eleições estão chegando e muitos concordam outros discordam do final (de Lost, da Copa e das Eleições). Não vou entrar nessa até porque é como na vida, cada um tem sua opinião e tira da experiência o que puder.

Mas fiquei encasquetado com as perguntas sem respostas, claramente intencionais. O que é a ilha? Que mitologia é aquela? A fumaça, a luz, a caverna, a Rosseou 1.0? Porque as pessoas eram atraídas para lá?

Não é possível, os criadores certamente se basearam em algo para construir toda aquela argumentação. Da ilha, não do final da história e dos personagens.

Evitei portanto a tentação de concordar com minha esposa de que tudo era uma viagem de maconha do diretor, sem pé nem cabeça, e fui ler sobre mitologia em uma tentativa muito humana de encontrar algumas respostas.

E algumas coisas parecem encaixar.

Pra mim a base dessa parada toda é a história dos Campos Elísios (ou Eliseos), presentes tanto na Mitologia Grega quanto Egípcia. Vamos à Wikipedia: na mitologia grega, esses campos são chamados “Ilha do Paraíso”, um lugar do mundo dos mortos governado por Hades, oposto ao Tártaro (lugar de eterno tormento e sofrimento).

Os homens virtuosos deveriam repousar por lá após a morte “rodeados por paisagens verdes e floridas”. As pessoas que residiam nos Campos Elísios tinham a oportunidade de regressar ao mundo dos vivos, coisa que só alguns conseguiam. Ah, e aqueles que não eram mortos, podiam ao beber a água de algum rio por lá terem vida eterna.

Nas descrições mais antigas temos o  juiz Radamanto como cuidando dos campos elísios (Jacob?), e um de seus servos, seria Cronos, anteriormente o líder dos titãs, um deus maligno e cruel. Pra saber mais é só googlear.

O resto é licensa poética dos autores. Acrescento também que a mulher que criou ambos os irmãos (Rosseou 1.0) tem algo de Pandora, primeira mulher do mundo, criada com várias habilidades – incluindo as manuais, responsável por cuidar de uma caixa, jarro ou talvez caverna (?) onde residiam tanto o mal quanto a esperança.

A gente joga tudo isso para a versão bíblica e temos aí: árvore da vida, bem e mal, paraíso, origem dos homens, etc., etc. Até mesmo a recomendação de não dar ouvidos à “serpente” que reside no jardim do éden. Enfim.

Acho que a série é uma grande mistura de elementos mitológicos que mexem fundo no nosso inconsciente, como diria Joseph Campbell, tornando-se o cenário de um épico sobre a condição humana, essa sim, protagonizada por todos os personagens. No final o que interessa não é o palco onde a história se desenrola, mas o próprio desenrolar da história, as relações e lições advindas daí e como a plateia e os personagens saem dessa experiência.

E podem, finalmente, tirarem as fantasias e voltarem à vida real.

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O velcro eu já comprei

Ah! A inovação simples que advém da genialidade!

Pense comigo: porque não pensei nisso antes :)

O velcro eu já comprei.

(Via Gizmodo que por sua vez via Jesse Rosten no Vimeo)

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Filtre e beba, beba e filtre

Seguindo a linha de produtos ecologicamente corretos e com design modernoso temos Bobble, uma garrafa que promete filtrar a água que você bebe, enquanto você bebe.

Agora é só comprar um estoque enorme e oferecer para a população que vive na beira de rios como o Tietê. Será que filtra a água do mar também? Veremos.

Brincadeiras a parte, ponto para o design colorido, clean, minimalista e para a proposta, que por si só já carateriza inovação em produto. A proposta de posicionamento, traduzida no slogan “make water better” (que remete ao “Let’s make things better” da Philips) traduz bem o conceito da marca.

Confira no site. O preço é justo, U$ 9,95. Funciona bem como brinde de qualidade.

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Pense antes de escrever

A DBA surpreende já no design minimalista do site (que, apesar da proposta sustentável dos produtos, é todo predominantemente branco).

Fundada em 2008 em NY, é daquelas empresas que gostamos: os produtos equilibram a excelente estética e inovação tecnológica, com a proposta sustentável da matéria prima com a qual os produtos são desenvolvidos.

O último lançamento foi a Caneta DBA 98 – um produto 98% biodegradável: leva pouco mais de 100 dias para desaparecer na natureza, ao contrário dos 400 anos média dos plásticos derivados do petróleo, que já conhecemos.

Com um preço bacana, é uma excelente alternativa para brindes e o seu próprio material de escritório.

Veja o vídeo e confira os produtos no site da DBA

DBA 98 Biodegradable Pen from DBA on Vimeo.

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  • Neossinapses para novos tempos

    Novas idéias que ficam só na idéia não servem pra nada. Inovações ocorrem quando damos uso a elas. Este blog pretende ser um ponto de interseção de idéias, fatos, conceitos, conhecimentos, os quais publicados, tem o potencial de gerar novas sinapses em quem ler. Comente, critique, chute o balde, ajude a criar essas neossinapses.