Dois exemplos

Compare os dois exemplos de campanha abaixo, de públicos e produtos completamente diferentes, mas foque no enfoque. A primeira uma campanha de guerrilha utilizando mídia tradicional (Jornal), o melhor exemplo do que estamos valorizando hoje em termos de comunicação: aproximação com o público, empatia, interatividade e gerando decisão baseado em realidade, palpável. A idéia, conteúdo, por trás da ferramenta é que conta.
Via Espalhe

“(…) junte 10 selos e ganhe uma camiseta do Meia Hora. Tudo dentro do conceito de não dar apenas um brinde, mas de criar algo que faça as pessoas entenderem e falarem do jornal e do seu posicionamento.”

A segunda um exemplo da publicidade tradicional, um bom entretenimento que não convence ninguém. Mais um exemplo de publicidade ultrapassada, que usa a fantasia para falar de realidade. Como em um bom arrasa quarteirão, não faz pensar, não gera identificação. Querem provar que uma companhia de seguros segura, utilizando algo difícil de engolir. (Via ComGurus)

E você, se identifica com qual abordagem?

7splashs muito bem espalhados

Você sabe que está diante de algo inovador pela surpresa que ele causa. É inevitável uma reação.

Imagine: você está andando pelas passarelas das Cataratas do Iguaçu em uma das épocas de maior vazão – 6.000 m3 por segundo de água – encharcado e feliz quando de repente uma figura usando apenas sunga vermelha passa correndo por você, seguido de um câmera não menos estranho, falando sem parar.

No backside da dita sunga a informação que gera surpresa e não deixa dúvidas: 7splashs.com.br. Impossível ficar passivo. Você chega em casa, acessa o site e entende que não foi uma pegadinha, foi uma ação de Guerrilha. E daí, você espalha. Fala pra quem conhece, convida a acessar o site, twitta, posta no blog e ação continua espalhando.

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Ações de Marketing de Guerrilha são assim, ágeis, inusitadas, causando surpresa em contato direto com o público. Inovação é isso: furar o eixo do usual. Formas não tradicionais de causar impacto e conteúdo. Espalhar do boca a boca aos meios não usuais.

E não a toa o nome da agência que criou a ação tem o nome de Espalhe, primeira agência de Marketing de Guerrilha oficial no universo brasileiro. A proposta da Espalhe é simples e ousada: fazer um barulho diferente. Em um mercado onde todos vendem produtos similares, o valor percebido é fundamental para criar o diferencial. E fazer isso requer expertise, inteligência e criatividade focados em resultado.

Foi essa atitude que gerou a campanha 7splashs, criada para promover o novo Trident Splash.

Funcionou assim: já que o Trident Splash deve passar o conceito de, bem, Splash!, refrescante, impactante, inesperado, porque não criar um personagem para percorrer os 7 grandes “Splashs” do mundo, interagindo com o público e gerando impacto? Foi o que a Espalhe fez.

Assim começou a busca pelo SUNGA BOY perfeito, nas mídias sociais twitter, youtube e outras, reunindo quase 1000 inscritos. Destes, 30 pessoas altamente qualificadas foram selecionados para o teste. Ao final quem ganhou foi CAIO o Sunga Boy com sotaque pernambucano, carisma e atitude perfeito para iniciar a viagem.

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Pule os capítulos (que você pode conferir no site da ação) e chegamos a Foz do Iguaçu, onde a parceria entre a Trafor e a Click Foz (aqui entra o jabá :) resultou em uma recepção calorosa e uma estada digna de nosso cavaleiro de sunga reluzente (como você confere nos vídeos ali embaixo).

Sim, confessamos: aproveitamos uma guerrilha e tentamos criar outra. Quase uma metalinguagem da guerrilha. Tentamos criar a surpresa em quem criou a surpresa para nós e o resultado foi parcerias, amizade e uma estada inesquecível, com o sunga boy, Thais, Patrícia e Rafael (Equipe #7Splashs e Espalhe)  presentes para sempre em nossos corações publicitários :).

Ficou curioso? Confira os vídeos abaixo e depois corre lá no site 7splashs para conhecer toda a aventura. E de quebra berre em seu twitter exigindo os “14 Splashs”, a continuação!

Para complementar: o conceito de Marketing de Guerrilha já traz na gênese a inovação: formas não comuns de chamar a atenção para um serviço, produto, marca. Guerrilha já furava a bolha do usual nas suas origens, onde guerrilheiros buscavam o elemento supresa, sempre à frente nas informações, abordando o “inimigo” inesperadamente.

Saiba mais sobre Guerrilha e conheça mais sobre a ação nos links: Agência Espalhe, Post no Click Foz, Post no Pronto Surtei e Post no blog da Trafor e claro o blog da ação 7splashs

Na crise, dançam os dinossauros

Tem algo bem interessante acontecendo com a comunicação até onde meus cliques chegam. Os clientes estão rompendo grandes contratos com agências tradicionais e investindo na medida em empresas pequenas mas eficientes de Mkt de guerrilha, que estão dando banho em soluções inovadoras para ganho de mercado. Novidade? Nenhuma. Previa-se isso já há muito tempo. Lendo hoje o post no blog sinapses em ebulição criativa minha atenção redobrou para esse fato.

Quem não se reinventar vai dançar. Demorou, mas é fato. Ganham aqueles que acharem seu oceano azul. Criatividade nessas horas é que aparece. E não são anúncios andrógenos para revistas italianas, nem comerciais impecáveis com modelos photoshopadas, mas soluções inovadoras, não convencionais, rápidas e assertivas. Na web, nas praças, nos prédios, na calçada, onde vc menos espera, em harmonia com o dia-a-dia, com o humano, estabelecendo estados de comunicação. Espalhando o inusitado. Agências como a Espalhe estão ampliando o lugar ao sol.

Chega de apenas duplas de criação: todos tem que ser criativos, resolverem problemas, reinventarem a roda. O open space tem que dar espaço também para o mind space, o espaço mental onde todos podem e devem compartilhar idéias. Pé no chão e soluções inovadoras.

Agora, um problemão mesmo são os dinossauros pretenciosos publicitários que não flexibilizam a mudança. E na maioria das vezes condenam o desempenho das agências com essa atitude. Quem já conviveu com esses sabe do que estou falando.

Mas certo como se algo existe está no google, é que nesses momentos de crise que muitos dinossauros acabam dançando. Principalmente os maiores, grandões, meio desengonçados, poderosões sabe? Porque tem muitos meteoros rápidos e improváveis aparecendo por aí (ainda que sobrem algumas baratas). E a gente sabe o que acontece: extinções em massa.

E você? Tá em crise? Parabéns! Te mexe e vai inovar.