Grafitagem urbana em Foz: cultura ao alcance dos olhos de todo mundo

Símbolos sociais são signos que formam a identidade cultural das sociedades. Fatores basilares de qualquer cultura, são aquele conjunto de informações gráficas, ideológicas e de costumes formados a partir da interação social, que gravam na mente de quem vive ali, ou visita, um conceito único daquele lugar, e do seu povo.

Não é novidade que Foz, mesmo com sua grande diversidade étnica e riquezas naturais, ainda está formando sua identidade cultural. E a formação estética da própria cidade – nada mais do que uma expressão concreta do que acontece socialmente, é parte importante desse processo.

Por isso, uma iniciativa como a grafitagem do Viaduto que leva à Ponte da amizade, que liga o Brasil ao Paraguai, onde milhares de carros e pessoas transitam diariamente, pode ser considerado sim um marco cultural.

Um lugar que é um grande outdoor permanente, assim como tantos outros na cidade, precisa de constante revitalização. Isso também é ambiental. Foi pensando nisso – no descuido com o ambiente comum na cidade, onde passavam todos os dias para ir ao trabalho, que Moa Ferreira e Marcelo Alves de Sousa, produtores culturais em Foz do Iguaçu, pensaram em valorizar o Viaduto cobrindo-o com um outro aspecto social: a arte via grafitagem. Vários artistas se envolveram e muito, muito trabalho depois o resultado é uma grande obra de arte, de muito bom gosto, ao ar livre.

Não vou entrar em detalhes, confira a história completa aqui, no Click Foz. Basta dizer que o projeto passou pela aprovação de várias instâncias, como a Ecocataratas, Prefeitura, Itaipu Binacional e Departamento de Estradas e Rodagens – DER, e foi liberado, contando com a inauguração pelo próprio Presidente Lula, aqui em Foz.

Faz bem à cultura, faz bem à formação de uma identidade ainda em construção, em Foz do Iguaçu. Afinal um local que pretende ser o Destino do Mundo, deve agradar aos olhos de todo mundo.

Confira algumas imagens e o video abaixo e completas no Flickr do Click Foz :

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Para pensar

Tirei esse slide da Palestra da @deniseeler, autora do blog Design, o verbo

Nunca havia pensado em abordar o tema inovação dessa forma: os tipos de inovadores. Modelos de personalidade que geram inovação.

Essa pergunta me fez pensar, e pensar. Eu vivo falando coisas desse tipo em cursos e palestras, escrevendo no blog. Mas não ando dando atenção devida ao fazer ser, aqui na agência. A apresentação gerou um novo entusiasmo.

Confira aqui no slideshare

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Dois exemplos

Compare os dois exemplos de campanha abaixo, de públicos e produtos completamente diferentes, mas foque no enfoque. A primeira uma campanha de guerrilha utilizando mídia tradicional (Jornal), o melhor exemplo do que estamos valorizando hoje em termos de comunicação: aproximação com o público, empatia, interatividade e gerando decisão baseado em realidade, palpável. A idéia, conteúdo, por trás da ferramenta é que conta.
Via Espalhe

“(…) junte 10 selos e ganhe uma camiseta do Meia Hora. Tudo dentro do conceito de não dar apenas um brinde, mas de criar algo que faça as pessoas entenderem e falarem do jornal e do seu posicionamento.”

A segunda um exemplo da publicidade tradicional, um bom entretenimento que não convence ninguém. Mais um exemplo de publicidade ultrapassada, que usa a fantasia para falar de realidade. Como em um bom arrasa quarteirão, não faz pensar, não gera identificação. Querem provar que uma companhia de seguros segura, utilizando algo difícil de engolir. (Via ComGurus)

E você, se identifica com qual abordagem?

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A Origem: o sonho ainda não acabou

Acabei de chegar do filme A Origem e, literalmente, não consigo ir dormir. Christopher Nolan conseguiu fazer com que eu me sentisse a sonhar acordado com esse filme estupendo. Não sei como cheguei até meu Mac e comecei a digitar essas páginas, e mesmo não sendo expert em cinema ouso escrever algumas linhas, tão empolgado estou.

Esse é o primeiro filme, desde Matrix que faz minha “cabeça explodir” e surpreende com abordagens novas e indagadoras de velhos clichês. Sim, Nolan conseguiu reinventar o conceito daquele filme onde “foi tudo apenas um sonho”. Não se engane, nada do que eu falar aqui vai ser melhor do que a experiência de assistir.

Digo experiência porque é isso que Nolan faz: ele joga a responsabilidade para você. Assim como Dom Cobb, o protagonista vivido por Leonardo Di Caprio, ele leva o espectador a pensar, completar as lacunas, sonhar, literalmente. Com um final tão excelente quanto o começo, a história se fecha, em um ciclo sem lacunas, e com sutilezas que somente voltando ao cinema e assistindo novamente para entender, e reentender.

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