Airflowing: o essencial quer fluir

Não é sempre que uma startup nacional começa a operar oficialmente no mercado on-line. Mais emocionante é você poder dizer que acompanhou grande parte do processo.

Estou falando do Airflowing, um sistema para gestão de equipes, trabalhos e projetos voltado para qualquer empresa ou profissional que queiram as coisas feitas e serem pagos por isso.

Foi uma grande espera, um longo processo e uma felicidade enorme poder ver nascer um produto tão bom, com uma história na qual temos nosso capítulo, e ter o privilégio de poder utilizar atualmente em nossa empresa.

Bom, não vou entrar em detalhes aqui. Basta dizer que o sistema integra de forma genial equipes de trabalho em qualquer área, entre quaisquer negócios e certamente depois de começar a usar você vai querer adotar. Sebastian Sastre, o desenvolvedor e um dos co-fundadores do sistema, junto com Dimas Bragagnolo, fala tudo em seu post aqui.

Dimas e Sebastian, lets flow!

Um toque virtual

Que todas aqueles sábados, esgaçando a guitarra elétrica com a sua banda em alguma garagem por aí, a gente deve a Lester William Polsfuss, o Les Paul você já sabia.

Hoje ele completaria 96 anos e o Google não deixou passar: Doodleou uma guitarra elétrica no seu logotipo, onde você pode tocar e também gravar sua masterpeace através de um botão ‘recording’ e enviar as peças para o YouTube através de um URL próprio.

A inovação não vem daí. Vem da quantidade absurda de amadores e profissionais que já estão ensinando como tocar e usar o teclado para as composições, internet afora.

A guitarra elétrica agora também é virtual. Parabéns pra você, Les Paul =)

 

Para pensar

Tirei esse slide da Palestra da @deniseeler, autora do blog Design, o verbo

Nunca havia pensado em abordar o tema inovação dessa forma: os tipos de inovadores. Modelos de personalidade que geram inovação.

Essa pergunta me fez pensar, e pensar. Eu vivo falando coisas desse tipo em cursos e palestras, escrevendo no blog. Mas não ando dando atenção devida ao fazer ser, aqui na agência. A apresentação gerou um novo entusiasmo.

Confira aqui no slideshare

Marca-Páginas

Quando eu leio um livro ele sai todo marcado. Riscado, anotado, sublinhado e com símbolos que significam coisas que só eu entendo, para poder pesquisar depois. Aprendi isso com gente que pesquisa e lê vorazmente, aqui em Foz, e agora não consigo mais ler livros sem um marcador e caneta nas mãos.

É um método que funciona para quem quer levar a leitura e a pesquisa a sério. Você cria seus próprios códigos e marcações. Por exemplo, sempre que eu leio algo em algum livro algo que remete à inovação, anoto no lado do parágrafo a sigla IN e sublinho no texto a frase que sintetiza o parágrafo. Se acho bem importante, acrescento um “!” ao lado da anotação, se pretendo publicar no blog, anoto também “post”. E por aí vai.

Marcar algum insight com suas palavras também ajuda, faz com que fique fácil você voltar novamente aquilo que interessa no livro para que coisas muito legais possam ser reaproveitadas para artigos, palestras, aulas e afins.

Por isso resolvi criar essa sessão no Neossinapses para fazer resenhas sintéticas que são mais anotações e ponderações sobre assuntos encontrados em meio às páginas do livro (ou livros) que estou lendo nesses tempos, especificamente sobre inovação.

Vou dar o nome dessa sessão de marca-páginas. E o primeiro começa agora.

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MARCA-PÁGINAS
Kahney,
Leander. A Cabeça de Steve Jobs, Agir, RJ, 2008.

Capítulo 6: Espírito Inventivo – De onde vem a inovação?

Pg. 164. O Cube.
Um computador em formato de cubo, de 20 centímetros que lançava para fora os CDs como se fossem torradas foi um dos mais lindos e fracassados Macs produzidos pela Apple, entre 2000 e 2001.

Jobs valorizou demais a forma em detrimento do conteúdo. Era uma peça de exposição: caro demais e pouco potente em função do preço, foi totalmente feito em função do design.

Essa primeira marcação se deu por ser uma lição básica para quem trabalha com design e comunicação: a experiência do usuário deve ser o norte que conduz o design. O conteúdo deve ser valorizado. No caso da comunicação, forma pela forma não informa. No caso do design, por mais bonito que seja, a forma deveria vir em função do uso.

cubeg42001

O Cube foi o produto que chancelou essa realidade para Jobs, cuja reputação atual se dá por respeitar acima de tudo a experiência do consumidor, de compra e uso. Todos os produtos da Apple visam atender essa constante e essa é uma das bases de sua reputação como empresa inovadora.

Uma empresa, produto ou serviço sempre existem em função do usuário final. Perder isso de vista é um dos caminhos para o fracasso. O que você acha?

#EPICENTRO – epicentrando idéias

A gente nota o cérebro a mil por hora do Ricardo Jordão só pela forma como ele escreve no bizrevolution.

Peguei o link pelo blog do Fabio Seixas, adicionei o cara no twitter e estou aguardando o #EPICENTRO, evento que promete ajudar a espalhar idéias e contribuir para inovação. Uma miscelânea de idéias, conceitos, experiências compartilhadas ao modo do TED.

Epicentro_banner

Tem gente que critica o que chama de “chupada de idéias”, como o próprio #EPICENTRO representa em relação ao TED. Mas não é isso. Tá longe disso. Comentei que é como a invenção da RODA (chovendo no molhado do ícone-conceito que eu escolhi para esse blog): a inovação está no aperfeiçoamento, na materialização de novos modelos a partir de antigos, resultando em sementes inovadoras, úteis e melhoradas. O #EPICENTRO é uma dessas iniciativas, inovadoras pelo simples fato de ousar recriar um modelo quebrando paradigmas.

Mas acho que o evento pode ir muito além do TED americano: pelo jeitão eclético e profissa dos palestrantes e o cronograma, a coisa pode surpreender além apenas de design, entretenimento e tecnologia. Quem sabe o que virá por aí? Que acham que pode resultar de inovação desse evento no Brasil?

Via: BizRevolution, EPICENTRO, o TED brasileiro